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O #VoteLGBT é um projeto de ações que abordam direitos da população LGBT em toda sua complexidade, de forma interseccional, plural e diversa. Os trabalhos são propostos como dispositivos artísticos, pedagógicos e políticos concebidos como possibilidades de diálogo e estão relacionados com uma percepção expandida do campo da arte. Objetivamos, assim, disputar as narrativas de representação e intervir diretamente na esfera social.

O coletivo tem atuado especialmente no debate das representatividades políticas de corpos historicamente minorizados e parte de uma concepção de política como um espaço simbólico de disputa. A atuação neste campo tem como foco ações diretas no tecido social e uma real negociação das representações de corpos e subjetividades diversas. O #VoteLGBT tem elaborado uma ampla gama de ações como pesquisas de perfil político de pessoas LGBT, incidências legislativas, campanhas de sensibilização epromoção de visibilidade a candidaturas LGBT e pró-LGBT - atuando fortemente dentro do #MeRepresenta.

votelgbt.org

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galeria de vídeos

 

2018

Performance para TV, 2018

Rede Globo, 7’33”, cor

Matéria “Além do voto” do programa Como Será?, exibida em 21/07/2018 abordando histórico do #VoteLGBT, a incidência junto ao TSE, a pesquisa na Parada e a articulação dentro do #MeRepresenta.

 
 

Bicha ou Sapatão?, 2018

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910 entrevistas presenciais em São Paulo

Provocados por resultados intrigantes nas últimas pesquisas, resolvemos investigar uma reapropriação identitária dos termos Bicha e Sapatão na população LGBT das manifestações do orgulho. descobrimos que os termos usados com uma maior frequência por grupos mais jovens. A pesquisa também aponta uma identidade pan e bissexual importante entre jovens até 34 anos, sobretudo em mulheres. Mais infos aqui.

 
 


Direito à participação política, 2018

Incidência sobre judiciário

1 de 6256

Articulação de consulta pública junto ao TSE pedindo respeito às identidades trans para pleno exercício do direito político de votar e se candidatar. Após o sucesso da consulta, 6256 pessoas trans alteraram o cadastro oficial para usar o nome e/ou gênero que se identificavam no título de eleitor já nas eleições de 2018.

Participaram também: a senadora Fátima Bezerra-RN, a professora Luiza Coppieters, o Gadvs e os advogados Ademar Costa Filho e Paulo Iotti.

 
 

Sobre Prioridades, 2018

1230 entrevistas presenciais e 6001 entrevistas online.

Pesquisa realizada na Parada do Orgulho LGBTI+ de São Paulo, na Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bisexuais e na internet, durante a semana do orgulho LGBT+. Pedimos que cada entrevistado dissesse quais eram as 3 pautas mais importantes para a luta LGBT de hoje. As causas mais escolhidas foram Educação de respeito a LGBTs nas escolas e Criminalização da LGBTfobia. Mais infos aqui.

 

2017

Estudo para uma contra-narrativa, 2017

1038 entrevistas presenciais. 613 em São Paulo e 425 em Belo Horizonte.

Em outubro de 2017, em entrevista a Mariana Godoy, o então deputado Jair Bolsonaro (PSC/RJ) afirmou que “A maioria dos gays vota em mim”. O #VoteLGBT verificou os dados das pesquisas de 2017, criando dispositivos de contra-narrativa para enfrentar o discurso falacioso.

 
 

Paradas são (razoavelmente) de esquerda, 2017

posição política, na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

posição política, na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

423 entrevistas presenciais.

Com a intensifiação dos processos polarizantes vividos desde junho de 2013, que teve seu ápice nas manifestações do impeachment, procuramos entender o espectro político da população que frequenta a parada e descobrimos que ela é razoavelmente de esquerda. Ao mesmo tempo, quase 1/3 das pessoas não se identifica com nenhuma das opções apresentadas. Mais infos aqui.

 
 

Infiltração trans, 2017

Incidência sobre judiciário.

Convidamos Luiza Coppieters a defender o respeito às identidades de gênero e ao nome social para candidatxs e eleitorxs em audiência pública no Tribunal Superior Eleitoral

 
 

Paradas são políticas, 2017

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1038 entrevistas presenciais. 613 em São Paulo e 425 em Belo Horizonte.

Pelo menos 79% das pessoas entrevistadas declararam ir às manifestações por razões políticas (defender direitos e apoiar a causa), o que contraria o discurso vigente sobre a superficialidade dos evento e faz da parada uma das maiores manifestações políticas do país. Mais infos aqui.

 
 

2016

Elaboração de luto coletivo, 2016

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Divulgada no dia seguinte ao massacre de Orlando, que matou dezenas de LGBTs dentro de uma boate nos Estados Unidos, imagem relaciona o atentado aos discursos de ódio muitas vezes tolerados como “liberdade de expressão”, sublinhando suas consequências para além do campo simbólico.

 
 

Paradas são cristãs, 2016

1100 entrevistas presenciais

Pesquisa feita durante os eventos do Orgulho LGBT buscando descobrir o pertencimento religioso dos frequentadores. Apesar de menor que a população em geral, as pessoas nas Paradas LGBT ainda são de maioria cristã (entre católicos, evangélicos e espíritas), o que contradiz o discurso que tenta opor os dois grupos. Mais infos aqui.

 
 

2014

votelgbt.org, 2014

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website interativo

Site desenvolvido para abrigar candidaturas pró-LGBT, visibilizando perfis através de pequenas entrevistas com cada candidatura. 271 candidaturas foram mapeadas de 17 partidos diferentes. O alcance da pesquisa atingiu todos os estados do Brasil. A campanha também contou com vídeo colaborativo, com ilustrações de Laerte e trilha original composta e cantada por Karina Buhr.