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	<title>blog do gUi &#187; originalidade</title>
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		<title>originalidade</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gUi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[ateliê aberto]]></category>
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		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[maíra Mesquita]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa conversa com uma nova amiga, tarde da noite, a gente discutia sobre nossos trabalho na Casa tomada e como eles falavam da gente, do universo de cada um.
A gente se perguntava se essa coisa é mais geracional, fruto dos tempos ou uma inclinação pessoal.
Como falar de um mundo tão complexo, como propor algo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa conversa com uma nova amiga, tarde da noite, a gente discutia sobre nossos trabalho na Casa tomada e como eles falavam da gente, do universo de cada um.</p>
<p>A gente se perguntava se essa coisa é mais geracional, fruto dos tempos ou uma inclinação pessoal.</p>
<p>Como falar de um mundo tão complexo, como propor algo que tranforme isso? transformar o que? pra onde?</p>
<p>E pra que procurar ser original num mundo tão vasto e tão fertil? Tem sempre alguém informado que sabe de alguém que fez &#8220;quase exatamente o que vc fez&#8221; em algum lugar do mundo.</p>
<p>Libertados da necessidade de ser original, agora a gente pode ser honesto.</p>
<div id="attachment_378" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.guimohallem.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/IMG_0149.jpg" rel="lightbox[377]"><img class="size-medium wp-image-378" title="IMG_0149" src="http://www.guimohallem.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/IMG_0149-500x341.jpg" alt="parte no processo exposto hoje na casa tomada. " width="500" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">parte do processo exposto hoje na casa tomada. </p></div>
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		<title>uma entrevista</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 04:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gUi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[Semana passada o &#8220;ensaio para a loucura&#8221; foi publicado no blog do fotoclube f/508. Alguns dias após o ensaio, foi a vez da entrevista:
(&#8230;) Alguns críticos falam que toda fotografia é autoral, já que existe um autor por trás da imagem. Como você vê essa questão?
&#8220;Acho que, se a gente pegar a definição literal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100" class="wp-caption alignnone" style="width: 509px"><a href="http://fotoclubef508.wordpress.com/2009/08/30/entrevista-gui-mohallem/"><img class="size-medium wp-image-100" title="fotoclube f/508" src="http://www.guimohallem.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/Picture-4-499x312.png" alt="entrevista para o blog Fotoclube f/508 por Humberto Lemos" width="499" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">entrevista para o blog Fotoclube f/508 por Humberto Lemos</p></div>
<p>Semana passada o &#8220;ensaio para a loucura&#8221; foi publicado no blog do <a href="http://fotoclubef508.wordpress.com/" target="_blank">fotoclube f/508</a>. Alguns dias após o ensaio, foi a vez da entrevista:</p>
<p><em><strong>(&#8230;) Alguns críticos falam que toda fotografia é autoral, já que existe um autor por trás da imagem. Como você vê essa questão?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Acho que, se a gente pegar a definição literal de autor, cada arroz e feijão cozinhado por alguém é uma cozinha de autor, porque alguém fez.  Nesse raciocínio, todo e qualquer trabalho de criação vai ser autoral, porque tem por trás algum indivíduo em toda sua complexidade. Esse posicionamento em relação à fotografia foi muito importante numa época em que se atribuía ao aparato toda responsabilidade pela criação, numa discussão que ocupou a primeira metade do século 20. Hoje a fotografia já se consolidou como mais uma dentre as expressões das artes plásticas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O autor muitas vezes é entendido como aquele que, ou inventa uma nova linguagem, ou combina linguagens conhecidas de uma maneira inovadora. A partir daí, cria uma marca pessoal. Mas ser original é ser autoral? Será que a originalidade deve ser a busca definiva do artista? Acho que a originalidade ajuda mesmo na marca, no sentido mais mercadológico da palavra, mas marca nunca garantiu conteúdo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Quando ‘inventei’ o pinhole digital, fiquei maravilhado pelo ouro da originalidade. Me deu uma certa soberba, sabe? Aí digitei no flickr e vi que tinha muita gente fazendo isso em várias partes do globo. Mas ninguém tinha exposto em galeria. Quando finalmente expus o trabalho, entendi que a técnica era o menos importante.  Para as pessoas que vinham ver, pouco importava se era pinhole, ou se a imagem era feita com calda de chocolate. Elas se relacionavam com cada conjunto foto-texto, dependendo do que o trabalho tinha ou não a dizer a cada pessoa.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">A entrevista completa no <a title="Fotoclube f/508" href="http://fotoclubef508.wordpress.com/2009/08/30/entrevista-gui-mohallem/" target="_blank">site do fotoclube</a>.<em><br />
</em></p>
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