A poética de Gui Mohallem from Galeria Emma Thomas on Vimeo.



Setembro de 2013 - Revista Vice Brasil
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"Welcome Home", primeiro livro de fotografias de Gui Mohallem, vai no sentido contrário do da maioria das novas publicações de arte. (...)
Numa época de hiperexposição e excesso de informação, Mohallem apresenta suas fotografias como peças de um quebra-cabeças que nunca se completa.


Novembro de 2012 - Fabio Cypriano para a Folha de São Paulo.

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Welcome Home é um marco na trajetória de Gui Mohallem, mineiro de Itajubá, de 32 anos, formado em cinema pela USP. É uma série de retratos e registros que chegam a representar uma narrativa sensível de passagens por uma floresta, à luz do dia. Uma fotografia doce, de contato, mas, ao mesmo tempo, misteriosa. (...)

Dezembro de 2011 - Camila Molina para O Estado de São Paulo.
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Se na “loucura” nos reconhecíamos, espectadores, entre inquietos e maravilhados, em espelhos mais ou menos disfarçados de nós mesmos, é ele, o artista, quem surge, cabeça erguida, braços abertos, nos dando a mão, no verde dominante de “Welcome home”. Se seu primeiro esforço examinava com alguma crueza um viés específico da pessoa, o trabalho mais recente é escancaradamente humanista. (...)

Novembro de 2011 - Eduardo Graça para O Globo
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Para um fotógrafo, uma câmera significa um prolongamento, uma extensão de suas capacidades. Seu olhar é ampliado pelo dispositivo e, consequentemente, aquilo que é visto se torna vulnerável aos critérios dessa lente. Mas é possível que os papéis se invertam neste jogo? Que o fotógrafo, de repente, se torne o alvo do objeto que pretende fotografar? Essas são algumas das questões que o artista Gui Mohallem coloca em sua recente série denominada “Welcome Home”. (...)

Março de 2011 - Nina Gazire para a Revista Istoé
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Em suas fotos, montadas como dípticos, Mohallem não está preso às malhas do real. Usando câmeras mecânicas, ele revela, amplia, e depois digitaliza as fotos, alterando cores e eventualmente redesenhando partes da imagem. Sua paleta cromática tende fortemente para os verdes e azuis, esfriando as cenas. Dá-se, assim, uma espécie de amortecimento sensível da nossa relação com o lugar, que em suas fotos parece ainda mais distante, e um tanto irreal. O que está em causa, poeticamente, é a dificuldade de aproximação, e, com ela, a dificuldade de apreensão de um lugar que, em vários sentidos, parece estar em eterna suspensão. (...)

Março de 2011 - por Guilherme Wisnik
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Você disse sobre se aproximar dos sujeitos retratados. Em “Ensaio Para a Loucura”, seus retratados nem sempre foram pessoas que conhecia. Como foi interagir com desconhecidos para a produção de um trabalho tão importante? O quê isso agregou em sua experiência pessoal-profissional no que diz respeito a observar o outro?

Essa abertura pro outro deu medo e foi feita bem aos pouquinhos, entendendo a cada passo como se daria essa dança. Quando abri as inscrições para o projeto, fiquei muito apreensivo: “Como vou estabelecer um nível de intimidade? Como é que a gente constrói uma experiência significativa que justifique (provoque) a fotografia?”(...)

Outubro de 2011 - Henrique Resende para o site Fotografe uma Idéia
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Em Welcome Home, as fotos nos levam a um encontro muito delicado com outras pessoas. Nina Gazire, na revista Istoé, ressaltou um confrotamento com o “estranho” nas imagens dessa série, até por terem sido feitas num ‘santuário queer’. Lembro que o “estranho” foi um conceito que esteve muito associado a trabalhos como o de Diane Arbus e que, muitas vezes, provocou recepções negativas do público. Como você vê a associação desse conceito ao seu trabalho?

Uma das minhas maiores preocupações é não cair na armadilha do exótico: “o que é? quem é? onde é?”. As questões que me interessam vão muito além disso(...)

Março de 2011 - Setefotografia
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How the idea of Reharsal to Madness was born? Can you describe this work?

That is a tough question. Cause it wasn’t born of a single insight. It came little by little. I’ve had this title for a while ( they usually come first) when I saw one of my aunties having an outburst. I keep my tittles written and all of a sudden I do something that fits them. Usually the tittle comes one or two years in advance.(...)

Janeiro de 2009 - Fabiano Busdraghi para o site Camera Obscura.
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